sábado, 8 de agosto de 2009

Procurado

Quem encontrar o companheiro Oswaldo Bifulco de Moraes, cartaz abaixo, avise os sócios do Rotary Club Campos do Jordão.
Motivo
Precisamos cumprimentá-lo por seu aniversário neste dia 09 de agosto.

Aniversário de Admissão

Quem comemora no dia 08/08 seu 7° ano no quadro social do Rotary Club Campos do Jordão é a companheira Fabíola Granato Chung.
Fabíola já ocupou vários cargos dentro do clube sendo presidente no ano rotário 2008-2009. Participou como membro do IGE antes de ingressar no clube e é a coordenadora do Interact Campos do Jordão, o qual ocupa o cargo com maestria.
Parabéns Fabíola, Parabéns Rotary Club Campos do Jordão!



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Rotary Club Campos do Jordão homenageia os Pais

A reunião do Rotary Club Campos do Jordão na noite de 05 de agosto foi repleta de comemorações.
Motivos?
1. Estamos em novo e acolhedor endereço.
2. Os rotarianos foram homenageados pelo Dia dos Pais que será comemorado no próximo domingo.
3. Recebemos a visita de companheiros muito queridos.
Precisa de mais?






Rotary Club Campos do Jordão em Novo Endereço

A partir de 05 de agosto o Rotary Club Campos do Jordão está em novo endereço.
As reuniões acontecem a partir das 20:00 horas no Hotel Satélite.
O Hotel Satélite fica localizado na Rua Adhemar de Barros, 610. - Vila Abernéssia, fone (12) 3668-8800.
Um local extremamente agradável que com certeza contribuirá para o sucesso das reuniões e momentos de companheirismo deste clube.

Como chegar:
Na esquina do mercado municipal, subir sentido ao Palácio da Boa Vista.
O Hotel fica à direita após passar o Mosteiro das Beneditinas.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Pesquisadores afirmam: felicidade pega!

A felicidade das pessoas ao seu redor influencia na sua própria felicidade. É isso o que indica um estudo realizado por dois professores das Universidades de Harvard e da Califórnia e divulgado recentemente. A pesquisa levou 20 anos para ficar pronta e envolveu cinco mil indivíduos. Para os pesquisadores, uma pessoa feliz gera uma reação em cadeia que beneficia não só os seus amigos, mas os amigos dos seus amigos, e os amigos dos amigos de seus amigos.

Segundo o estudo, a felicidade se espalha através de redes sociais como um contágio emocional. Quando um indivíduo torna-se feliz, o efeito rede pode ser medido até três graus e durar até um ano. Já a tristeza, por outro lado, não se espalha através de redes sociais de forma tão enérgica como felicidade. Ainda bem!

Os pesquisadores dizem ter se interessado pelo tema depois de lerem diversos estudos sobre os fatores que influenciavam nos níveis de felicidade das pessoas. Diversas áreas da ciência, como medicina, economia, psicologia, neurociência e biologia evolutiva já tinham identificado uma ampla gama de estímulos para a felicidade (ou infelicidade), mas nenhuma havia abordado um eventual fator determinante da felicidade humana: a felicidade dos outros.

Pessoas felizes podem influenciar outras pessoas ao seu redor

No estudo, eles constataram que os estados emocionais podem ser transferidos diretamente de um indivíduo para outro pela cópia das ações corporais emocionalmente relevantes, em especial as expressões faciais. “As pessoas podem ‘capturar’ os estados emocionais apenas observando as outras pessoas em uma fração de tempo que pode variar de segundos a semanas”, afirmam.

Um exemplo disso foi notado quando um grupo de alunos classificados como “levemente depressivos” foram colocados juntos em uma classe. Em três meses, seus níveis de depressão haviam aumentado significativamente. Isso provaria que há a possibilidade de contágio emocional mesmo entre estranhos ou entre pessoas que possuam pouco contato.
Os resultados do estudo também mostraram que pessoas que estão rodeados por outras pessoas felizes e aquelas que estão no centro da rede são mais susceptíveis à felicidade. O sentimento ainda pode ser influenciado por questões geográficas. Segundo os professores, ter amigos felizes a uma distância de até 1,6 km aumenta suas chances de felicidade em 25%. Em compensação, o efeito decai com o tempo e com a separação geográfica.

E tanta preocupação com o assunto não é para menos. A felicidade é um fator fundamental para a existência humana, tanto é que a Organização Mundial da Saúde (OMS) cada vez mais cita o sentimento como um dos componentes da saúde humana. Ela é determinada por um conjunto complexo de fatores voluntário e involuntário e, se a pesquisa estiver certa, pode está espalhada pelo ar.

Leia o artigo na íntegra (artigo em inglês).

Postado em Vida e Saúde em 05/12/2008


Enviado pela Co. Fabíola G. Chung

Rotary Club Barra Mansa comemora 68 anos

O Rotary Club Barra Mansa completará 68 anos de fundação.
Para comemorar, o clube estará realizando um belo jantar no dia 25 de agosto a partir das 20:00 horas e convida a todos os companheiros do Distrito para este momento de festa.

Parabéns Rotary Club Barra Mansa!!!!

Enviado pela Co. Silvana Lobo

domingo, 2 de agosto de 2009

Breve história de 1947

"Não agi de imediato, ao impulso da idéia. Passaram-se meses. Anos, até.
Nos grandes acontecimentos da vida é recomendável, ao homem de fé, que fique só, por algum tempo.
Pensei maduramente no assunto e, em fevereiro de 1905, convidei três jovens homens de negócios e explanei-lhes a minha idéia de cooperação mútua e amizade informal, tal como conhecíamos nas nossas aldeias de origem.
Eles aceitaram-na.
Silvester Schiele, meu amigo mais íntimo em Chicago, um daqueles três e o nosso primeiro presidente, foi, deles, o que permaneceu na instituição. Gustavus Loher e Hiram Shorey, os outros dois, abandonaram- na logo após. No entanto, muitos outros aderiram, de princípio, e aumentaram o quadro de sócios, com entusiasmo e determinação, o que ajudou muito o desenvolvimento do projeto.
Entre eles cite-se Harry Rugles e Charley Newton.
Crescemos em número, em amizade, em espírito de mútuo apoio e dedicação à comunidade.
O banqueiro e o padeiro, o sacerdote e o funileiro, o advogado e o tintureiro conscientizaram- se dos problemas, das ambições, dos recursos e frustrações uns dos outros.
Compreendemos que todos tínhamos, em comum, muitas aspirações e condições. Descobrimos o prazer de podermo-nos apoiar uns nos outros.
A mim pareceu-me que voltara o tempo que vivi em Nova Inglaterra.
A terceira reunião do grupo apresentei sugestões de resoluções a tomar. Entre elas a denominação da entidade e o nome, que foi aprovado, Rotary, em virtude de estarmos nos reunindo, em rodízio, nos lugares de trabalho de cada membro.
Mais tarde passamos a nos reunir, ainda rotativamente, em vários hotéis e restaurantes. Assim nos mantivemos "rotarianos" .
Nos primeiros dois anos de existência do Rotary Club de Chicago não tomei parte da sua administração mas indicava os diretores, e a minha orientação administrativa era sempre acatada. Posso ser acusado de haver exercido o poder ditatorialmente. Mas isso foi pela devoção com que eu via a idéia desenvolver- se em realidade.
No terceiro ano fui eleito presidente e a minha plataforma constou de, primeiro, expandir o quadro social do clube de Chicago; segundo, estender o movimento a outras cidades; terceiro, intensificar a ação do clube em favor da comunidade, como um dos seus propósitos.
Foi a gênese do movimento. O Rotary, partindo daquele humílimo movimento, cresceu e, hoje, conta com mais de 1/4 de milhão de homens de negócios e profissionais.
Rotary já existe em mais de 70 países. Pode-se dizer que o sol nunca se esconde do Rotary.
O bem que o Rotary me trouxe não pode ser descrito. Ter amigos disseminados pelo mundo é uma benção inefável. E mais ainda, ter consciência de que esses meus amigos são todos amigos entre si, que grandiosa doação divina!
A saudação cordial que ilumina a minha alma e me leva, pelas asas da saudade à minha meninice: "Bom dia, Paul"! E essa, eu a recebo, qual uma música maravilhosa, de todos os meus companheiros, por onde quer que eu vá.
Para o pequeno grupo, oriundo de pequenas comunidades, o Rotary foi um como que oásis no deserto do sentimento, que era, Chicago.
Suas reuniões eram diferentes das de outros clubes, naqueles dias. Eram mais íntimas, mas calorosas, muito mais amigáveis.
Deixávamos, à porta de entrada, as nossas preocupações e idiosincrasias e, durante a reunião, voltávamos a ser as criaturas que fôramos em nossas origens.
Eu esperava a hora da reunião com enorme impaciência!
O conceito original de Rotary expandiu-se.
Seus ideais se definiram; seu objetivo se fixou mas o companheirismo do início permaneceu como elemento de sustentação da sua estrutura.
Lembra-me Henry Bradoon: "Rotary faz com que o homem se aperfeiçoe, preservando dentro de si, o menino. Repousando nas dobras da personalidade de cada homem, há o menino que ele foi.
A criaturinha imaculada, sem malícia, despreocupada, tolerante, ativa, plena de entusiasmo e ávida por amizade e relacionamento caloroso.
Infeliz do homem que sinta morrer o menino que vive no seu coração! Enquanto o homem mantiver o espírito alevantado, terá seu coração aberto às realizações de otimismo e não será um velho.
O Rotary estimula a influenciá-lo a conservar vivo o menino que existe nele".
Muitos dos primeiros rotarianos cresceram no meio rural e a maioria deles é oriunda de pequenas cidades. Embora ainda não totalmente realizados, estarão em caminho de tornarem-se vencedores em futuro à vista. Alguns tiveram o privilégio de tornarem-se profissionais liberais, os demais - a maior parte - não.
Eles se solidarizavam entre si. Ajudavam-se a progredir, materialmente e de outras formas. Alguns progrediam mais que os outros mas todos cultivavam as benesses da amizade.
A medida que crescia o quadro social do Clube de Chicago, íamos completando o corte transversal das profissões ali exercidas e os sócios selecionados sentiam-se honrados com a representação que se lhes dava. Com isso estimulavam- se na assunção das responsabilidades que ela lhes atribuía.É propósito do Rotary não levar em conta a religião, a posição social, o pensamento político ou a raça dos seus associados.
É isto, sim, seu propósito, aglutinar homens de negócio e profissionais a fim de que possam corresponder- se, aumentar entre eles a boa vontade e tolerância e favorecer o estabelecimento de laços de amizade e disposição para a solidariedade.
Em janeiro de 1908, dois novos sócios vieram-se somar aos cem já existentes; Arthur Frederick Sheldon e Chesley R. Perry, ambos predestinados a exercer preponderante influência na instituição.
Estes homens já se conheciam, pois, alguns anos antes, Sheldon, gerente de uma livraria, entrou na biblioteca pública onde Chesley trabalhava e vendeu-lhe uma coleção de história. Logo após Sheldon fundou uma escola de instrução de vendas, baseado na idéia que, em cada transação, o desejável é que ambas as partes fiquem satisfeitas. Sheldon era elemento valioso para o nosso clube, já que era um professor de vendas. Encontram-se alunos de Sheldon em qualquer região do mundo de língua inglesa.
Quem escreve este livro teve oportunidade de encontrar muitos desses alunos entre os rotarianos, no mundo rotário, Sheldon foi o indicado pela comissão de Edimburgo, em 1921, como o mais capacitado para interpretar, para os rotarianos ingleses, o ideal de serviço, como era concebido pelos americanos. Aceitou a indicação. E a opinião unânime, dos que o ouviram, foi a de que assistiram a um inspirado.
É aceitável que o Rotary pudesse ter nascido sob céus mais iluminados, em clima mais ameno e numa cidade mais tranqüila e equilibrada. No entretanto, a maioria dos que o indagam afirma, que a fervilhante Chicago, onde, 50 anos antes se lutava tão ardentemente pela honestidade, foi o local ideal para o surgimento da instituição.
Chicago estava emergindo da turbulência anárquica, pelas forças da honradez. Ao final do século XIX e na la. década do século XX, instalou-se a extraordinária "Exposição de Colúmbia", criou-se uma grande universidade, uma biblioteca pública notável, fundou-se a Associação Comercial, erigiram-se museus magníficos, nasceram uma orquestra sinfônica e várias associações de aperfeiçoamento cívico; a famosa "Hull House de Jane Adams", outras instituições e Rotary. Não poderia haver época mais oportuna para o surgimento de um movimento como o Rotary, do que o início do século XX, nem local mais apropriado, para fazê-lo crescer, do que a criativa, exuberante e paradoxal Chicago.
O clima de insegurança reinante em Chicago, naquela época, prevalecia em outras regiões do país. De maneira generalizada, os negócios iam mal: a ética comercial agredida, em desfavor dos consumidores, dos empregados e competidores. O espírito de comunidade estava praticamente esquecido. Era necessário mudar para melhor. Mais, até, que necessário: tinha que mudar! Rotary nasceu na incomparável metrópole do médio oeste, onde se debatiam, vertiginosamente, princípios religiosos extremados, paixões políticas em verdadeiro fanatismo, discriminações raciais intransigentes e encarniçada luta econômica, que, somando-se, emergiam numa aparente homogeneidade.
Ainda hoje (1946/47), o caldeirão fervilha furiosamente e cidadãos devotados lutam para introduzir, na confusão dos elementos, princípios de fé e patriotismo para que o produto se torne mais digerível.
Em 1905 na cidade à beira do lago, Rotary foi um quadro no drama em cena. Os atores daquele quadro foram homens comuns; profissionais e negociantes.
Apesar das suas deficiências prováveis, em comparação com os seus colegas, pode-se, dizer, como consenso geral que eram os de melhor qualidade. "
Paul Percy Harris